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Resident Evil Requiem: o capítulo que pode redefinir o futuro da franquia de terror da Capcom

Resident Evil Requiem promete fechar ciclos, elevar o terror e redefinir o futuro da franquia. O hype é real.
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RE Requiem
Imagem: Capcom
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A comunidade está em alerta vermelho. Resident Evil Requiem não é só mais um capítulo: é aquele tipo de jogo que pode redefinir o meta da franquia. Depois do impacto absurdo de Resident Evil 7: Biohazard, que trouxe o terror de volta às raízes, e da evolução mais cinematográfica vista em Resident Evil Village, a série parece pronta para subir o nível outra vez. E quando a Capcom acerta, ela acerta em combo.

O nome já entrega: é fim de fase?

“Requiem” não é subtítulo qualquer. Em linguagem gamer, soa como:

  • Final boss emocional
  • Encerramento de arco pesado
  • Mudança de geração
  • Soft reboot disfarçado

Se for realmente um “capítulo de despedida”, podemos estar diante do fechamento de uma era iniciada lá atrás com a saga moderna da franquia. E isso significa risco. Mas também significa ousadia.

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O que o gamer pode esperar?

A fanbase está dividida em dois lados bem claros:

  • Team Survival Raiz: Quer tensão, munição escassa, mapa labiríntico e backtracking nervoso.
  • Team Horror Cinemático: Quer escala, set pieces memoráveis e narrativa com peso dramático.

A boa notícia? A Capcom vem mostrando que sabe equilibrar os dois estilos, principalmente depois do sucesso dos remakes de Resident Evil 2 e Resident Evil 4, que modernizaram a fórmula sem perder identidade.

O que está realmente em jogo

Não é só mais um lançamento. “Requiem” pode representar:

  • A consolidação definitiva da RE Engine como referência em terror
  • A transição para novos protagonistas
  • O encerramento emocional de ciclos recentes
  • Ou até o início de uma terceira grande fase da franquia

Desde o primeiro Resident Evil, a série já se reinventou várias vezes. Poucas franquias conseguem sobreviver a quase três décadas sem virar só nostalgia. Resident Evil não sobreviveu. Ele evoluiu.

Hype justificado?

Se a Capcom mantiver o padrão dos últimos anos, “Requiem” pode entrar fácil na conversa de:

  • Melhor jogo da franquia moderna
  • Forte candidato a GOTY
  • Novo marco do survival horror

A pergunta não é se Resident Evil ainda é relevante. A pergunta é: até onde essa franquia ainda pode ir? E pelo nome… parece que alguém vai pagar o preço final.

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